Dia desses, numa aula de antropologia cultural, uma colega de sala foi chamada de fútil. Assustada com a característica negativa que foi atribuída a ela, fiquei pensando em quais motivos poderiam levar uma pessoa a tachá-la como fútil.
Ela é uma pessoa pacata, simpática e nunca a vi falando sobre grifes de forma obsessiva. Mas ela adora revistas femininas e especialmente revistas de moda. E quando notei que essa era a razão do adjetivo, percebi como as pessoas são hipócritas e ainda tem muito preconceito à moda quando estamos falando de vestuário.
O que nem todo mundo vê, é que o termo moda pode fazer menção a qualquer tipo de modismo. Tanto de palavras, lugares quanto de livros, não só de roupas. Claro que o fato da indústria do vestuário ser chamada de indústria da moda faz o termo ser associado imediatamente a esse tipo de modismo, às grandes grifes, e ao fascínio que elas causam em algumas pessoas, ao ponto de serem cultuadas e causarem certa alienação.
Isso, de alguma forma, se deve ao culto da nossa sociedade pela novidade, como explica Gilles Lipovetsky em O Império do efêmero. Nossa sociedade não aceita o velho. Queremos notícias novas o tempo todo, roupas novas, o celular com a tecnologia da vez. Até as pessoas idosas têm que parecer novas, ou a sociedade os maltrata e isola.
Na minha área, que é o jornalismo, esse preconceito contra a moda é muito notável. Apesar de uma freqüente melhora na aceitação das sessões de moda como parte jornalística dos produtos [jornalísticos], o jornalismo de moda ainda é vista como menos importante para os colegas de outras áreas. Digo isso com conhecimento de causa, uma vez que edito um programa de moda numa webrádio e o programa é tido como menor comparado aos tradicionais programas de política ou economia.
Ora, se todo jornalismo especializado em modismos é fútil, não só as sessões de moda seriam tachadas desta forma. As sessões de tecnologia são um bom exemplo. Ninguém PRECISA de um Iphone para sobreviver. Mesmo assim, grandes jornais mantêm cadernos inteiros somente para noticiar os avanços na área. A tecnologia, em minha opinião, tem uma busca pela novidade muito mais voraz que no vestuário. Se você não tem a roupa da estação não significa que você está fora de moda: Você ainda pode alegar ter estilo. Já na tecnologia, se você não tem computador é excluído digital, se não tem celular com câmera e internet 3G é ultrapassado. Mas ninguém julga os consumidores de tecnologia como fúteis. Ao contrário dos apaixonados pela fashion, os consumidores vanguardistas de tecnologia têm um ar de superioridade. São descolados, bem informados, estão à frente dos outros.
Sem contar que ninguém é taxado de nada se gostar de consumir de tecnologia. No máximo, de Geek, mas ser nerd está na moda. Já quando alguém gosta de moda, independente de qual sexo, idade ou religião, pode ter certeza que uma característica negativa será atribuída. Bem simples: Mulher que gosta de moda é fútil, homem que gosta de moda é gay. Como se moda fosse uma doença que quando pega alguém, transforma-a numa espécie diferente de seres humanos, dividida nessas subcategorias.
Pergunto-me como um mercado construído somente por pessoas fúteis possa ser um império, como o próprio Lipovetsky intitula. Como pessoas que não tem nada na cabeça criam peças de roupa que têm a surpreendente capacidade de representar a relação do homem em sociedade e movimentar milhões (senão bilhões) de dólares no mundo inteiro todos os anos?
Todos os dias vejo na televisão campanhas diversas para fazer a sociedade perder seus pré-conceitos. É campanha anti-racismo, anti-homofobia, anti-machismo. Pois aqui eu levanto a minha questão contra o preconceito. Sei que tem muita gente na indústria da moda que faz por merecer essa taxação, mas existem idiotas em todos os campos de conhecimento, e não é justo que tudo seja visto de acordo com a representação dos piores elementos que o compõe. Essa é uma causa pela qual vale à pena lutar, pela qual eu levanto a minha bandeira. Não desejo que o jornalismo de moda tome o lugar de nenhuma outra editoria, só desejo que a moda em si seja tratada como uma expressão do ser humano, e motivo de ação jornalística, não só mais algumas páginas para pessoas que não têm mais o que fazer.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Katy Perry e a volta das Pin Ups
Além da pegada pop meio de zoação que eu adoro, Katy Perry tem seu lugar garantido no meu Hall da fama por seu estilo sou-pin-up-de-cuba-bem! Me lembro de ter visto ela pela primeira vez acho que cantando uma versão de Like a Virgin no VMA vestindo um mini macacão de banana muito fofo!As roupas delas são curtinhas, justinhas, bem acinturadas, que valorizam o corpo sem deixar vulgar, talvez pelo jeito de menininha que a Katy tem.
Não acho que seja muito fácil adaptar o estilo da Katy pro dia-a-dia, mas alguns elementos do vestuário dela podem ficar muito legais pra valorizar o Jeans e a camisetinha básica.
Cinto largo na cintura é um acessório que a Katy sempre usa pra marcar a cintura, e foi febre no Brasil alguns meses atrás graças a Patrícia Poeta, que insistia em apresentar o Fantástico todos os domingos com o mesmo figurino: Vestido e cinto. Além de valorizar qualquer vestido, o cinto também fica bom com blusinhas, desde que ela seja longa o suficiente pra tampar toda a sua barriga. Se ficar uma faixinha de pele sequer pra fora da blusa, sua barriga vai ficar dividida, você vai parecer menor e ficar achatada. Em estampas, indico cintos de cores fortes e lisos. Roupas básicas merecem cintos mais trabalhados, coloridos e com detalhes em pedrarias ou taxas : dá um up no look.

A cantora também sempre usa presilhas grandes no cabelo, presas de somente um lado, como na foto com a Miley Cirus. Esse “penteado” é supersexy, meio Latin lover. Mas é importante ter noção de tamanho: Colocar um laço gigantesco na cabeça com seu cabelo chanel pode ficar meio desproporcional. Eu indicaria pra produções com uma maquiagem bem bonita e poucos acessórios, pra não pesar no visual.
90% das roupas que eu já vi a katy vestida são estampadas. Na primavera verão então, vale tudo: do floral clichê à grafismos coloridos. Fica bem em todo mundo, mas é bom sempre lembrar que listras verticais e diagonais emagrecem, enquanto as horizontais engordam. Sei que todo mundo sabe disso, mas ninguém pensa nessa regra quando vê aquela blusinha com estampa linda na loja. Isso vale também para a linha de repetição da estampa: Se a florzinha se repete sempre na horizontal, a roupa engorda. Não precisa ser exatamente uma linha pro c
érebro reconhecer como listrado. Estampas grandes demais também podem pesar em meninas mais gordinhas: excesso de informação.
Fora isso, acho que nem preciso lembrar que ela sempre usa acessórios fofos, com ares vintage (os famosos óculos wayfarer), e super coloridos.
Bom, espero que essas dicas ajudem outras meninas que também adoooram a Katy Perry a trazer o estilo da diva para o dia a dia com muito charme e sem parecer uma louca pelas ruas.
Beijos e até o próximo post!
Os: esse texto é uma prova de que quando eu não estou sob pressão, eu escrevo textos interessantes pros meus blogs..
érebro reconhecer como listrado. Estampas grandes demais também podem pesar em meninas mais gordinhas: excesso de informação.Fora isso, acho que nem preciso lembrar que ela sempre usa acessórios fofos, com ares vintage (os famosos óculos wayfarer), e super coloridos.
Bom, espero que essas dicas ajudem outras meninas que também adoooram a Katy Perry a trazer o estilo da diva para o dia a dia com muito charme e sem parecer uma louca pelas ruas.
Beijos e até o próximo post!
Os: esse texto é uma prova de que quando eu não estou sob pressão, eu escrevo textos interessantes pros meus blogs..
Para compor o estilo Katy Perry:
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
A nova coleção da Arezzo e o mix de tendências

Eu sempre tive um amorzinho especial por sapatos, mas nunca fui de ligar pra sapatos de grife – só se for melissa, se é que melissa pode ser considerada grife né. Geralmente eu olho os sapatos nas vitrines e acho lindos, mas minha situação de universitária desempregada me impede de tê-los nos meus pés.
Até que semana passada eu estava passeando linda e jovem pelo shopping e me deparei com a nova coleção da Arezzo – A Cruise Collection. Dá pra perceber que a coleção toda é baseada na moda dos anos 80 e as cores variam desde os básicos nude e preto até sandálias multicoloridas.
Mas um sapato me chamou a atenção. Eu não me lembro se ele era scarpin ou não, mas ele era nude com detalhes em cores neon: tinha amarelo, rosa e azul. Não consegui achar foto do bendito pra por aqui, mas ele era bem parecido com essa foto que eu coloquei aí. Muito chique e digno.
O que eu achei de legal nesse sapato em especial foi o mix de tendências. Em todos veículos especializados nós vimos que o nude e o neon seriam tendências da estação, mas não tinha visto em nenhum lugar a mistura deles. Esse modelo da arezzo soube brincar com isso e trazer um sapato elegante na medida, que pode ser usado em qualquer ocasião. Ele não é chamativo demais, mas também não é apagado.
Arrasou, arezzo!
Até que semana passada eu estava passeando linda e jovem pelo shopping e me deparei com a nova coleção da Arezzo – A Cruise Collection. Dá pra perceber que a coleção toda é baseada na moda dos anos 80 e as cores variam desde os básicos nude e preto até sandálias multicoloridas.
Mas um sapato me chamou a atenção. Eu não me lembro se ele era scarpin ou não, mas ele era nude com detalhes em cores neon: tinha amarelo, rosa e azul. Não consegui achar foto do bendito pra por aqui, mas ele era bem parecido com essa foto que eu coloquei aí. Muito chique e digno.
O que eu achei de legal nesse sapato em especial foi o mix de tendências. Em todos veículos especializados nós vimos que o nude e o neon seriam tendências da estação, mas não tinha visto em nenhum lugar a mistura deles. Esse modelo da arezzo soube brincar com isso e trazer um sapato elegante na medida, que pode ser usado em qualquer ocasião. Ele não é chamativo demais, mas também não é apagado.
Arrasou, arezzo!
quinta-feira, 23 de julho de 2009
O poder dos acessórios
Gente, eu não costumo passar muito aqui não por má vontade, meu desejo de ser uma postante ativa do mundo da moda é real, mas é que eu tenho mais 2 outros blogs fora a minha vida - aí fica difícil. Mas enfim, tô sempre vendo muitas coisas legais pra postar aqui, mas só me convenço de que vale a pena falar sobre um assunto quando não vejo mais ninguém falando sobre ele.
Por exemplo, muita gente nem percebe, mas um acessório tem um poder extraordinário numa produção. Ainda mais numa estação como a que está por vir, que tem como tendência fortíssima os maxicolares.
Por esse motivo que eu vou indicar um site muito legal que eu descobri hoje. É o The Uniform Project, site no qual uma menina indiana se dedica a postar diariamente fotos de looks dela. O detalhe é que ela usa sempre o mesmo vestido (o mesmo modelo, ela tem um pra cada dia da semana), e os looks só se diferenciam por causa dos acessórios! É uma aula a cada foto! Eu particularmente não me identifico com o estilo dela - anos 20 demais - mas admiro o projeto e tenho que admitir: ela faz milagres!
Fica a dica!
Ps: Já consegui comprar a melissa Adanna vermelha, a Bota de montaria e a jaqueta perfecto eu achei fuçando no guarda roupa da minha mãe.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Jaqueta Perfecto
Consegui a Jaqueta Perfecto da maneira mais simples possível: Abri as portas do grande (põe grande nisso) guarda roupa da minha mãe e fucei lá até achar.
A minha mãe está viva desde a 1959 (Aliás, é aniversário dela AMANHÃ). Desde que ela tinha seus vinte e poucos anos ela começou a colecionar roupas. Isso resulta em três guarda roupas grandes, com roupas da década de 80 em diante. Lá é possível encontrar muita roupa legal - e também muito lixo, ela só joga algo fora quando tá TOTALMENTE sem jeito de usar.
Eu tô escrevendo isso pra dizer pra vocês não doarem suas roupas, a não ser que elas não caibam mais. Daqui a 20 anos ela pode voltar a estar na moda de novo, e você estará super na moda AGAIN, sem gastar nem um centavo!
Risca Jaqueta Perfecto na wishlist. Preço R$0,00.
A minha mãe está viva desde a 1959 (Aliás, é aniversário dela AMANHÃ). Desde que ela tinha seus vinte e poucos anos ela começou a colecionar roupas. Isso resulta em três guarda roupas grandes, com roupas da década de 80 em diante. Lá é possível encontrar muita roupa legal - e também muito lixo, ela só joga algo fora quando tá TOTALMENTE sem jeito de usar.
Eu tô escrevendo isso pra dizer pra vocês não doarem suas roupas, a não ser que elas não caibam mais. Daqui a 20 anos ela pode voltar a estar na moda de novo, e você estará super na moda AGAIN, sem gastar nem um centavo!
Risca Jaqueta Perfecto na wishlist. Preço R$0,00.
domingo, 17 de maio de 2009
Perseguindo a wishlist
Olá,
Meu nome é Karen Barbarini e eu sou uma dessas pessoas que é apaixonada pelo mundo da moda desde a primeira vez que fez uma roupinha pra Barbie. Já faz alguns anos que eu pesquiso e acompanho as semanas de moda, leio revistas e acompanho tendências.
Acho que bom gosto pra ser uma super it girl eu tenho, o que me falta mesmo é dinheiro. Sou a terceira de quatro filhos de uma família de classe média baixa, estudante universitária (jornalismo) e que ainda está desempregada. Como não posso ter todas as peças que eu sempre sonhei para compor meu guarda roupa, pretendo mostrar como eu me viro no dia-a-dia para compor meu visual sem gastar muito dinheiro.
Pro meu primeiro post, resolvi contar pra vocês a minha saga atrás de 4 itens do meu wishlist de inverno.
1. WET Legging

Esqueci de contar pra vocês que além de quase pobre, eu ainda dei o azar de nascer e morar no interior de São Paulo. Apesar de ser um lugar excelente em qualidade de vida pra se morar, o interior de São Paulo tem várias deficiências no quesito fashion. Nada chega aqui. Raras são as marcas que vendem no interior. É bem mais normal encontrar lojas que vendem diversas marcas “com exclusividade”. Ou seja, sai tudo o dobro do preço.
Mas meu ponto não é esse. Desde que surgiu a tendência das Wet leggings eu sonho em ter uma. Nunca vi nenhuma pra vender, nem em Bauru (cidade onde eu faço faculdade), muito menos em São Carlos (casa da mamãe). Esse é um sonho de consumo que eu só vou realizar quando viajar pra algum lugar decente.
2. Jaqueta Perfecto

Tenho sérias dúvidas se alguma vez na vida já inventaram algum casaco/jaqueta/outros mais bonito que a jaqueta perfecto. Provavelmente não. Ela é linda, estilosa, tudo.
Essa eu vi uma vez pra vender na C&A por 159,00 reais. Mas, como toda roupa de loja de departamento, ela tinha alguns problemas.
Um deles era o tecido. Era uma espécie de flanela muito grossa. Nem no inverno de Porto Alegre tem necessidade de um tecido tão grosso. Outro problema eram as costuras mal feitas, característica do pret-à-porter vagabundo. Se for pra ter que arrumar todas as costuras, eu mesma faço uma.Outra é o preço. Geralmente, as lojas de departamento tem preços que podem se igualar a de uma marca mais popular. Se for época de promoções, você consegue comprar uma peça de marca boa até mais barato que loja de departamento.
Enfim, ainda não achei a jaqueta perfecto perfeita pra mim.
3. Bota de montaria marrom

Elegância no inverno sem a necessidade de doses cavalares de dorflex no fim do dia. Tem que ser marrom por que eu já tenho uma bota preta. Se eu achar uma bonita e boa por menos de 200 reais, já era.
4. Melissa Adanna bordô

Coisinha mais gracinha da estação, só não comprei ainda por que não encontro em loja nenhuma.
Nos próximos posts, eu pretendo contar a evolução da minha wishlist e também dar dicas de combinações, achados, e todas as dicas que sempre permeiam o blog de mulheres como eu, que vivem em três editorias: moda, beleza e comportamento.
Meu nome é Karen Barbarini e eu sou uma dessas pessoas que é apaixonada pelo mundo da moda desde a primeira vez que fez uma roupinha pra Barbie. Já faz alguns anos que eu pesquiso e acompanho as semanas de moda, leio revistas e acompanho tendências.
Acho que bom gosto pra ser uma super it girl eu tenho, o que me falta mesmo é dinheiro. Sou a terceira de quatro filhos de uma família de classe média baixa, estudante universitária (jornalismo) e que ainda está desempregada. Como não posso ter todas as peças que eu sempre sonhei para compor meu guarda roupa, pretendo mostrar como eu me viro no dia-a-dia para compor meu visual sem gastar muito dinheiro.
Pro meu primeiro post, resolvi contar pra vocês a minha saga atrás de 4 itens do meu wishlist de inverno.
1. WET Legging

Esqueci de contar pra vocês que além de quase pobre, eu ainda dei o azar de nascer e morar no interior de São Paulo. Apesar de ser um lugar excelente em qualidade de vida pra se morar, o interior de São Paulo tem várias deficiências no quesito fashion. Nada chega aqui. Raras são as marcas que vendem no interior. É bem mais normal encontrar lojas que vendem diversas marcas “com exclusividade”. Ou seja, sai tudo o dobro do preço.
Mas meu ponto não é esse. Desde que surgiu a tendência das Wet leggings eu sonho em ter uma. Nunca vi nenhuma pra vender, nem em Bauru (cidade onde eu faço faculdade), muito menos em São Carlos (casa da mamãe). Esse é um sonho de consumo que eu só vou realizar quando viajar pra algum lugar decente.
2. Jaqueta Perfecto

Tenho sérias dúvidas se alguma vez na vida já inventaram algum casaco/jaqueta/outros mais bonito que a jaqueta perfecto. Provavelmente não. Ela é linda, estilosa, tudo.
Essa eu vi uma vez pra vender na C&A por 159,00 reais. Mas, como toda roupa de loja de departamento, ela tinha alguns problemas.
Um deles era o tecido. Era uma espécie de flanela muito grossa. Nem no inverno de Porto Alegre tem necessidade de um tecido tão grosso. Outro problema eram as costuras mal feitas, característica do pret-à-porter vagabundo. Se for pra ter que arrumar todas as costuras, eu mesma faço uma.Outra é o preço. Geralmente, as lojas de departamento tem preços que podem se igualar a de uma marca mais popular. Se for época de promoções, você consegue comprar uma peça de marca boa até mais barato que loja de departamento.
Enfim, ainda não achei a jaqueta perfecto perfeita pra mim.
3. Bota de montaria marrom

Elegância no inverno sem a necessidade de doses cavalares de dorflex no fim do dia. Tem que ser marrom por que eu já tenho uma bota preta. Se eu achar uma bonita e boa por menos de 200 reais, já era.
4. Melissa Adanna bordô

Coisinha mais gracinha da estação, só não comprei ainda por que não encontro em loja nenhuma.
Nos próximos posts, eu pretendo contar a evolução da minha wishlist e também dar dicas de combinações, achados, e todas as dicas que sempre permeiam o blog de mulheres como eu, que vivem em três editorias: moda, beleza e comportamento.
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